Advogado trabalhista em Maués: atendimento online para quem trabalha na cidade.
Aulas cortadas no meio do ano ou demissão no fim do ano letivo? Em Maués, 4 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de setor público, e a ação corre na Vara do Trabalho de Parintins. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.
Na Vara do Trabalho de Parintins, do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região.
Como é o atendimento
O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.
Pergunta comum em Maués
"Dou aula numa escola particular em Maués e cortaram metade das minhas aulas no meio do ano." A redução só vale em casos específicos, como turma que fechou. Fora disso, a diferença pode ser cobrada.
O trabalho com carteira em Maués, em números
Em Maués, o setor de setor público reúne 44% dos empregos com carteira, seguido de educação (32%) e comércio (14%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.
3.357pessoas com carteira assinada
São 0,4% de todos os empregados com carteira do Amazonas.
1,3salários mínimos de salário médio
O salário médio de quem tem carteira em Maués fica abaixo da média do Amazonas, que é de 2,5 salários mínimos.
869empresas e organizações
Em média, 4 empregados com carteira por empresa ou organização.
61.204moradores
São 2 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 39.991 km².
Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.
O trabalho sem carteira em Maués
O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.
62%dos empregados de empresas sem carteira
São 1.748 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. No Amazonas, são 36%.
91%das domésticas e diaristas sem carteira
São 429 de 474. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. No Amazonas, são 87%.
46%trabalham por conta própria, sem CNPJ
De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 46 são autônomas sem empresa aberta. No Amazonas, são 29.
0,7salários mínimos de renda média sem carteira
Quem tem carteira ganha 1,4 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 46% menos que quem tem registro. No Amazonas, a diferença é de 33% a menos.
Salário médio de 1,1 salários mínimos. Fica 71% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.
Salário médio de 1,6 salários mínimos. Fica 50% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,2 salários mínimos. Hora-atividade, redução de aulas e demissão no fim do ano letivo são os temas mais cobrados.
Salário médio de 1,2 salários mínimos. Fica 40% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.
Salário médio de 1,0 salário mínimo. Fica 64% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno da madrugada, tempo de espera na carga e peso acima do limite geram muitas cobranças.
Salário médio de 2,6 salários mínimos. Fica 7% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.
Salário médio de 0,9 salários mínimos. Fica 57% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,1 salários mínimos. Safra, jornada no campo e transporte até a lavoura costumam gerar horas extras e acidentes.
O que mais se cobra na Vara do Trabalho de Parintins
A Vara do Trabalho de Parintins soma 6.884 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem nele, cada um com a página que explica a regra.
A ação trabalhista de Maués corre na Vara do Trabalho de Parintins, que faz parte do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região, com sede em Manaus. Veja o que isso muda para você.
01
Vale a cidade onde você trabalha
A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Parintins e trabalha em Maués entra com a ação na Vara que atende Maués.
02
As cidades atendidas em Parintins
Maués não tem Vara própria: quem trabalha aqui é atendido pela Vara do Trabalho de Parintins, que atende também Barreirinha, Nhamundá e Boa Vista do Ramos. O prédio fica na Boulevard 14 de Maio, 1652.
03
Audiência por vídeo
O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.
04
A advogada não precisa ser de Maués
Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.
Como funciona o atendimento para quem está em Maués
A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.
Tudo pelo WhatsApp e por vídeo
Você conta o caso de Maués pelo celular, manda os documentos por foto e faz a consulta por vídeo.
Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação na Vara do Trabalho de Parintins é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.
Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. O atendimento vale também para quem trabalha no distrito de Osório da Fonseca e Repartimento. Das cidades abaixo, Parintins, Barreirinha, Nhamundá e Boa Vista do Ramos são atendidas pela mesma Vara do Trabalho que Maués.
Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Maués, a ação corre na Vara do Trabalho de Parintins, que também atende Parintins, Barreirinha, Nhamundá e Boa Vista do Ramos.
Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Boulevard 14 de Maio, 1652, e a advogada orienta você antes.
Qual é o salário médio de quem tem carteira em Maués?
Pelo dado mais recente do IBGE, 1,3 salários mínimos, abaixo da média do Amazonas, que é de 2,5 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de indústria (2,6 salários mínimos) e o menor, no de agropecuária (0,9 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.
A escola reduziu as minhas aulas. Pode?
Em regra, só quando cai o número de alunos ou a turma fecha, sem baixar o valor da hora-aula (OJ 244 do TST). Fora disso, cabe cobrar a diferença. Veja os direitos de quem dá aula.
Fui contratado como temporário pela prefeitura. Vou à Justiça do Trabalho?
Em regra, não: o temporário contratado pela lei do próprio município tem regime administrativo, e a ação vai para a Justiça comum. Quem foi contratado com carteira ou por empresa terceirizada vai à Justiça do Trabalho. Veja os direitos do empregado público.
Trabalho no comércio. A folga tem que cair no domingo?
Pelo menos uma vez a cada três semanas, o descanso semanal tem que cair no domingo (Lei 10.101, art. 6º, parágrafo único). O trabalho no feriado depende da convenção coletiva. Veja as regras de domingos e feriados.
Motorista de ônibus tem direito a intervalo entre as viagens?
Tem direito ao intervalo para descanso e alimentação. No transporte coletivo, ele pode ser dividido entre as viagens, se a convenção ou o acordo coletivo permitir (CLT, art. 71, § 5º). Veja os direitos do motorista de ônibus.
Recreio e intervalo entre aulas contam como trabalho?
Em regra, contam (STF, ADPF 1058), salvo se a convenção disser outra coisa ou a escola provar que o tempo era seu. Veja os direitos de quem dá aula.
Sou concursado com carteira assinada numa estatal. Tenho FGTS?
Tem. O empregado público contratado pela CLT tem FGTS, 13º, férias e os demais direitos de quem tem carteira. Veja os direitos do empregado público.
Trabalha em Maués e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.
É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.
A empresa ficou devendo?A advogada analisa o seu caso, com sigilo.
Avaliação do seu caso
O que a empresa ficou devendo pode ser seu por direito.
O acerto veio menor do que devia, ou nem foi pago
A hora extra nunca apareceu no holerite
Trabalhou anos sem carteira assinada
Humilhação, pressão ou doença por causa do trabalho
A Dra. Maryon Portes analisa o seu relato e explica o que você pode cobrar e até quando. Advogada trabalhista, OAB/SC 50.864, só do lado do trabalhador.