Advogado trabalhista em Petrópolis: atendimento online para quem trabalha na cidade.
Coleta de lixo ou esgoto e nada de insalubridade no holerite? Em Petrópolis, 2 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de comércio, e a ação corre nas 2 Varas do Trabalho de Petrópolis. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.
Nas 2 Varas do Trabalho de Petrópolis, do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região.
Como é o atendimento
O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.
Pergunta comum em Petrópolis
"Trabalho na coleta de lixo em Petrópolis e nunca recebi insalubridade." A coleta de lixo urbano dá insalubridade em grau máximo, de 40%. Dá para cobrar os últimos cinco anos.
O trabalho com carteira em Petrópolis, em números
Em Petrópolis, o setor de comércio reúne 21% dos empregos com carteira, seguido de indústria (16%) e saúde (12%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.
72.892pessoas com carteira assinada
São 1,6% de todos os empregados com carteira do Rio de Janeiro.
2,2salários mínimos de salário médio
O salário médio de quem tem carteira em Petrópolis fica abaixo da média do Rio de Janeiro, que é de 3,1 salários mínimos.
16.065empresas e organizações
Em média, 5 empregados com carteira por empresa ou organização.
278.881moradores
São 352 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 791 km².
Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.
O trabalho sem carteira em Petrópolis
O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.
20%dos empregados de empresas sem carteira
São 13.349 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. No Rio de Janeiro, são 23%.
55%das domésticas e diaristas sem carteira
São 4.202 de 7.687. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. No Rio de Janeiro, são 70%.
19%trabalham por conta própria, sem CNPJ
De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 19 são autônomas sem empresa aberta. No Rio de Janeiro, são 21.
1,7salários mínimos de renda média sem carteira
Quem tem carteira ganha 2,0 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 16% menos que quem tem registro. No Rio de Janeiro, a diferença é de 24% a menos.
Salário médio de 1,5 salários mínimos. Fica 25% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.
Salário médio de 3,0 salários mínimos. Fica 7% acima da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.
Salário médio de 2,6 salários mínimos. É praticamente a média do setor no Brasil. Plantão a mais, intervalo que não acontece e insalubridade estão entre as cobranças mais comuns.
Salário médio de 1,5 salários mínimos. Fica 17% abaixo da média do setor no Brasil, de 1,8 salários mínimos. Limpeza, portaria e vigilância: o acerto que não sai na troca de empresa é o caso mais comum.
Salário médio de 3,3 salários mínimos. Fica 13% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.
Salário médio de 2,1 salários mínimos. Fica 34% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,2 salários mínimos. Hora-atividade, redução de aulas e demissão no fim do ano letivo são os temas mais cobrados.
O que mais se cobra nas Varas do Trabalho de Petrópolis
As 2 Varas do Trabalho de Petrópolis somam 31.681 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem neles, cada um com a página que explica a regra.
Onde corre o processo de quem trabalha em Petrópolis
A ação trabalhista de Petrópolis corre nas 2 Varas do Trabalho de Petrópolis, que fazem parte do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região, com sede em Rio de Janeiro. Veja o que isso muda para você.
01
Vale a cidade onde você trabalha
A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em São José do Vale do Rio Preto e trabalha em Petrópolis entra com a ação na Vara que atende Petrópolis.
O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.
04
A advogada não precisa ser de Petrópolis
Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.
Como funciona o atendimento para quem está em Petrópolis
A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.
Tudo pelo WhatsApp e por vídeo
Você conta o caso de Petrópolis pelo celular, manda os documentos por foto e faz a consulta por vídeo.
Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação nas 2 Varas do Trabalho de Petrópolis é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.
PetrópolisRegião Metropolitana do Rio de JaneiroBandeira: Wikimedia Commons, domínio público.
Cidades da Região Metropolitana do Rio de Janeiro
Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. O atendimento vale também para quem trabalha no distrito de Cascatinha, Itaipava, Pedro do Rio e Posse.
Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Petrópolis, a ação corre nas 2 Varas do Trabalho de Petrópolis, que também atendem São José do Vale do Rio Preto.
Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Rua Professor Plínio Leite, s/nº, Centro, e a advogada orienta você antes.
Qual é o salário médio de quem tem carteira em Petrópolis?
Pelo dado mais recente do IBGE, 2,2 salários mínimos, abaixo da média do Rio de Janeiro, que é de 3,1 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de setor público (3,3 salários mínimos) e o menor, no de comércio (1,5 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.
Fui demitido depois de voltar de um afastamento por acidente. Pode?
Trabalho em restaurante só nos fins de semana. Tenho carteira?
Se o trabalho é frequente, com escala e ordens, é emprego, mesmo só nos fins de semana. A empresa pode usar o contrato intermitente, mas ele tem que ser escrito e pagar férias, 13º e FGTS proporcionais. Veja os direitos no contrato intermitente.
Peguei uma doença atendendo no hospital. Conta como doença do trabalho?
Pode contar, quando a doença foi causada ou piorada pelo serviço, como uma infecção pega no atendimento. Aí valem a estabilidade de 12 meses na volta e a indenização quando há culpa da empresa. Veja os direitos de quem adoeceu pelo trabalho.
Trabalho em home office. A empresa paga a internet e o computador?
Depende do contrato: a lei manda o contrato escrito dizer quem paga os equipamentos e as despesas (CLT, art. 75-D). Veja quem paga os custos do home office.
Trabalho em supermercado. Posso ser obrigado a fazer hora extra todo dia?
Trabalho em turno que muda toda semana. Minha jornada é de 8 horas?
Não. O turno ininterrupto de revezamento tem jornada de 6 horas por dia (Constituição, art. 7º, XIV), e só a convenção ou o acordo coletivo pode aumentar até 8. Passou disso, é hora extra. Veja os direitos de quem trabalha na indústria.
Trabalha em Petrópolis e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.
É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.
A empresa ficou devendo?A advogada analisa o seu caso, com sigilo.
Avaliação do seu caso
O que a empresa ficou devendo pode ser seu por direito.
O acerto veio menor do que devia, ou nem foi pago
A hora extra nunca apareceu no holerite
Trabalhou anos sem carteira assinada
Humilhação, pressão ou doença por causa do trabalho
A Dra. Maryon Portes analisa o seu relato e explica o que você pode cobrar e até quando. Advogada trabalhista, OAB/SC 50.864, só do lado do trabalhador.