Rio de Janeiro, Rio de Janeiro

Advogado trabalhista em Rio de Janeiro: atendimento online para quem trabalha na cidade.

Contratado como PJ, com horário, meta e chefe de verdade? Em Rio de Janeiro, 2 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de setor público, e a ação corre nas 82 Varas do Trabalho de Rio de Janeiro. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.

Trabalhadora pesquisando os seus direitos no notebook

Em resumo, para quem trabalha em Rio de Janeiro

  • Onde corre a ação

    Nas 82 Varas do Trabalho de Rio de Janeiro, do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região.

  • Como é o atendimento

    O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.

  • Pergunta comum em Rio de Janeiro

    "Trabalho num escritório em Rio de Janeiro e parte do meu salário vem por fora, sem aparecer no holerite." O valor por fora é salário e tem que entrar no 13º, nas férias e no FGTS. A diferença pode ser cobrada.

O trabalho com carteira em Rio de Janeiro, em números

Em Rio de Janeiro, o setor de setor público reúne 17% dos empregos com carteira, seguido de serviços terceirizados (15%) e comércio (14%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.

  • 2.451.749pessoas com carteira assinada

    São 54,6% de todos os empregados com carteira do Rio de Janeiro.

  • 3,8salários mínimos de salário médio

    O salário médio de quem tem carteira em Rio de Janeiro fica acima da média do Rio de Janeiro, que é de 3,1 salários mínimos.

  • 402.837empresas e organizações

    Em média, 6 empregados com carteira por empresa ou organização.

  • 6.211.223moradores

    São 5.175 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 1.200 km².

Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.

O trabalho sem carteira em Rio de Janeiro

O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.

  • 22%dos empregados de empresas sem carteira

    São 313.570 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. No Rio de Janeiro, são 23%.

  • 69%das domésticas e diaristas sem carteira

    São 77.630 de 113.202. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. No Rio de Janeiro, são 70%.

  • 19%trabalham por conta própria, sem CNPJ

    De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 19 são autônomas sem empresa aberta. No Rio de Janeiro, são 21.

  • 2,3salários mínimos de renda média sem carteira

    Quem tem carteira ganha 2,8 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 17% menos que quem tem registro. No Rio de Janeiro, a diferença é de 24% a menos.

Fonte: IBGE, Censo Demográfico mais recente. Renda em salários mínimos do ano da pesquisa. Ver como cobrar o tempo trabalhado sem carteira.

A economia de Rio de Janeiro

Quanto a cidade produz, de onde vem a riqueza e quanto a população mudou. Ajuda a entender o tipo de trabalho que existe na cidade.

  • R$ 61,2 milde riqueza por morador

    É o PIB, a soma de tudo o que a cidade produz, dividido pelos moradores: 15% abaixo da média do Rio de Janeiro, de R$ 71,8 mil.

  • 63%da economia vem do comércio e dos serviços

    Depois vêm o setor público, com 20%, e a indústria, com 16%. No Rio de Janeiro, o maior peso também é do comércio e dos serviços, com 46%.

  • -1,7%de moradores desde o censo anterior

    Eram 6.320.446 e são 6.211.223. No Rio de Janeiro, a variação foi de +0,4%.

  • R$ 380,4 bilhõesde PIB por ano

    São 33,0% de toda a riqueza produzida no Rio de Janeiro, pelo dado mais recente do IBGE.

Fonte: IBGE, PIB dos Municípios e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa.

Quem mais emprega em Rio de Janeiro, e o que costuma dar problema em cada setor

Os seis setores com mais empregados com carteira na cidade. Em cada um, o que mais aparece nas cobranças e a página com a regra completa.

  • 17% dos empregos com carteira

    Setor público

    Salário médio de 6,4 salários mínimos. Fica 68% acima da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.

    Ver os direitos de quem é terceirizado
  • 14% dos empregos com carteira

    Comércio

    Salário médio de 2,1 salários mínimos. Fica 5% acima da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.

    Ver os direitos de quem trabalha no comércio
  • 10% dos empregos com carteira

    Saúde

    Salário médio de 2,6 salários mínimos. É praticamente a média do setor no Brasil. Plantão a mais, intervalo que não acontece e insalubridade estão entre as cobranças mais comuns.

    Ver os direitos de quem trabalha na enfermagem
  • 9% dos empregos com carteira

    Educação

    Salário médio de 3,4 salários mínimos. Fica 6% acima da média do setor no Brasil, de 3,2 salários mínimos. Hora-atividade, redução de aulas e demissão no fim do ano letivo são os temas mais cobrados.

    Ver os direitos de quem dá aula

O que aconteceu no seu trabalho em Rio de Janeiro?

Quatro respostas rápidas. O resto a advogada pergunta depois, se precisar.

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O que mais se cobra nas Varas do Trabalho de Rio de Janeiro

As 82 Varas do Trabalho de Rio de Janeiro somam 1.108.212 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem neles, cada um com a página que explica a regra.

Fonte: CNJ, DataJud, a base pública de processos do Judiciário. Um processo costuma pedir várias coisas ao mesmo tempo, por isso a soma passa de 100.

As situações que mais levam quem trabalha em Rio de Janeiro a procurar um advogado

Cada situação tem uma página com a regra completa, as provas que contam e o prazo para cobrar.

Rio de Janeiro em dourado forte. Mapa: OpenStreetMap e IBGE. Abrir o endereço das Varas no Google Maps (abre em nova aba)

Onde corre o processo de quem trabalha em Rio de Janeiro

A ação trabalhista de Rio de Janeiro corre nas 82 Varas do Trabalho de Rio de Janeiro, que fazem parte do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região, com sede em Rio de Janeiro. Veja o que isso muda para você.

  1. Vale a cidade onde você trabalha

    A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Belford Roxo e trabalha em Rio de Janeiro entra com a ação na Vara que atende Rio de Janeiro.

  2. As cidades atendidas em Rio de Janeiro

    As mesmas varas atendem quem trabalha em Rio de Janeiro. O prédio fica na Rua do Lavradio, 132, Centro. As Varas da capital ficam em dois prédios no Centro: na Rua do Lavradio e na Avenida Gomes Freire.

  3. Audiência por vídeo

    O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.

  4. A advogada não precisa ser de Rio de Janeiro

    Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.

Como funciona o atendimento para quem está em Rio de Janeiro

A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.

  • A empresa não fica sabendo

    A conversa é sigilosa, e a avaliação não cria contrato nem compromisso com a advogada.

    Ver as perguntas frequentes
  • Avaliação sem compromisso

    Antes de qualquer assinatura, a advogada diz o que pode ser cobrado e como funciona a cobrança.

    Enviar o caso para avaliação

Quem cuida do caso de quem trabalha em Rio de Janeiro

Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação nas 82 Varas do Trabalho de Rio de Janeiro é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.

Bandeira de Rio de Janeiro
Rio de JaneiroRegião Metropolitana do Rio de Janeiro
Bandeira: Wikimedia Commons, domínio público.

Cidades da Região Metropolitana do Rio de Janeiro

Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe.

Dúvidas de quem trabalha em Rio de Janeiro

O quê, por quê, onde, quando, quem, como e quanto: as respostas para quem trabalha na cidade. Se a sua dúvida não está aqui, pergunte direto.

Perguntar à advogada no WhatsAppUma pessoa responde em até um dia útil
Onde corre a ação de quem trabalha em Rio de Janeiro?

Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Rio de Janeiro, a ação corre nas 82 Varas do Trabalho de Rio de Janeiro.

Preciso de um advogado trabalhista de Rio de Janeiro?

Não. O processo trabalhista é eletrônico, e a advogada acompanha a ação em Rio de Janeiro de qualquer lugar do país. Veja por que a advogada pode ser de outro estado.

Vou precisar ir ao fórum em Rio de Janeiro?

Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Rua do Lavradio, 132, Centro, e a advogada orienta você antes.

Qual é o salário médio de quem tem carteira em Rio de Janeiro?

Pelo dado mais recente do IBGE, 3,8 salários mínimos, acima da média do Rio de Janeiro, que é de 3,1 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de setor público (6,4 salários mínimos) e o menor, no de hotéis, bares e restaurantes (1,4 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.

Trabalho como PJ num escritório, com horário e meta. Tenho direitos?

Pode ter. Com horário, ordens e pagamento fixo, a Justiça pode reconhecer o emprego mesmo com CNPJ. Veja como funciona a pejotização.

Trabalho em restaurante só nos fins de semana. Tenho carteira?

Se o trabalho é frequente, com escala e ordens, é emprego, mesmo só nos fins de semana. A empresa pode usar o contrato intermitente, mas ele tem que ser escrito e pagar férias, 13º e FGTS proporcionais. Veja os direitos no contrato intermitente.

Trabalho em home office. A empresa paga a internet e o computador?

Depende do contrato: a lei manda o contrato escrito dizer quem paga os equipamentos e as despesas (CLT, art. 75-D). Veja quem paga os custos do home office.

Trabalho na limpeza ou na portaria. A empresa pode pagar menos que o piso?

Não. Vale o piso da convenção coletiva da sua categoria no lugar onde você trabalha, e a diferença pode ser cobrada. Veja os direitos de quem trabalha na limpeza.

A cobrança de metas passou do limite. Isso é assédio?

Cobrar meta é permitido. Humilhar, expor quem não bateu e ameaçar de demissão pode ser assédio moral e gerar indenização. Veja o que fazer com metas abusivas.

Técnico de enfermagem tem direito a insalubridade?

Em regra, tem: o contato com pacientes e material contaminado dá insalubridade de 20%, e de 40% no isolamento (NR-15, Anexo 14). Veja os direitos de quem trabalha na enfermagem.

Trabalha em Rio de Janeiro e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.

É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.

  1. Uma pessoa lê a sua mensagem

    Em até um dia útil, sem robô e sem menu de opções.

  2. A advogada confere o seu caso

    Com o holerite e o contrato, ela vê o que pode ser cobrado e onde a ação corre.

  3. Você decide com calma

    A avaliação não cria contrato, e a empresa não fica sabendo da conversa.

Olá, tudo bem?Fale com a advogada no WhatsApp, com sigilo. Dra. Maryon Portes, advogada trabalhista