Advogado trabalhista em Viamão: atendimento online para quem trabalha na cidade.
Folga que nunca cai no domingo, comissão que some do holerite ou acerto pela metade? Em Viamão, 3 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de comércio, e a ação corre na Vara do Trabalho de Viamão. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.
Na Vara do Trabalho de Viamão, do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região.
Como é o atendimento
O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.
Pergunta comum em Viamão
"Trabalho numa loja em Viamão e a folga quase nunca cai no domingo. A comissão vem menor do que eu vendo." No comércio, o domingo de folga tem regra, e a comissão que some do holerite pode ser cobrada.
O trabalho com carteira em Viamão, em números
Em Viamão, o setor de comércio reúne 27% dos empregos com carteira, seguido de setor público (17%) e indústria (13%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.
23.503pessoas com carteira assinada
São 0,8% de todos os empregados com carteira do Rio Grande do Sul.
2,3salários mínimos de salário médio
O salário médio de quem tem carteira em Viamão fica abaixo da média do Rio Grande do Sul, que é de 2,8 salários mínimos.
6.487empresas e organizações
Em média, 4 empregados com carteira por empresa ou organização.
224.112moradores
São 150 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 1.497 km².
Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.
O trabalho sem carteira em Viamão
O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.
19%dos empregados de empresas sem carteira
São 10.291 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. No Rio Grande do Sul, são 17%.
61%das domésticas e diaristas sem carteira
São 3.545 de 5.780. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. No Rio Grande do Sul, são 67%.
20%trabalham por conta própria, sem CNPJ
De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 20 são autônomas sem empresa aberta. No Rio Grande do Sul, são 17.
1,5salários mínimos de renda média sem carteira
Quem tem carteira ganha 1,8 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 17% menos que quem tem registro. No Rio Grande do Sul, a diferença é de 23% a menos.
Salário médio de 1,6 salários mínimos. Fica 20% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.
Salário médio de 3,8 salários mínimos. É praticamente a média do setor no Brasil. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.
Salário médio de 2,8 salários mínimos. É praticamente a média do setor no Brasil. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.
Salário médio de 1,4 salários mínimos. Fica 22% abaixo da média do setor no Brasil, de 1,8 salários mínimos. Limpeza, portaria e vigilância: o acerto que não sai na troca de empresa é o caso mais comum.
Salário médio de 2,2 salários mínimos. Fica 21% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno da madrugada, tempo de espera na carga e peso acima do limite geram muitas cobranças.
Salário médio de 2,4 salários mínimos. Fica 8% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,6 salários mínimos. Plantão a mais, intervalo que não acontece e insalubridade estão entre as cobranças mais comuns.
A Vara do Trabalho de Viamão soma 17.177 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem nele, cada um com a página que explica a regra.
A ação trabalhista de Viamão corre na Vara do Trabalho de Viamão, que faz parte do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região, com sede em Porto Alegre. Veja o que isso muda para você.
01
Vale a cidade onde você trabalha
A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Alvorada e trabalha em Viamão entra com a ação na Vara que atende Viamão.
02
As cidades atendidas em Viamão
A mesma vara atende quem trabalha em Viamão. O prédio fica na Estrada Caminho do Meio, 300.
03
Audiência por vídeo
O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.
04
A advogada não precisa ser de Viamão
Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.
Como funciona o atendimento para quem está em Viamão
A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.
Tudo pelo WhatsApp e por vídeo
Você conta o caso de Viamão pelo celular, manda os documentos por foto e faz a consulta por vídeo.
Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação na Vara do Trabalho de Viamão é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.
ViamãoRegião Metropolitana de Porto AlegreBandeira: Wikimedia Commons, domínio público.
Cidades da Região Metropolitana de Porto Alegre
Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. O atendimento vale também para quem trabalha no distrito de Águas Claras, Capão da Porteira, Espigão, Itapuã, Passo da Areia, Passo do Sabão e Viamópolis.
Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Viamão, a ação corre na Vara do Trabalho de Viamão.
Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Estrada Caminho do Meio, 300, e a advogada orienta você antes.
Qual é o salário médio de quem tem carteira em Viamão?
Pelo dado mais recente do IBGE, 2,3 salários mínimos, abaixo da média do Rio Grande do Sul, que é de 2,8 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de setor público (3,8 salários mínimos) e o menor, no de serviços terceirizados (1,4 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.
A comissão entra no cálculo das férias e do 13º?
Entra. A média das comissões soma no 13º, nas férias, no FGTS e no descanso semanal remunerado (Súmula 27 do TST). Veja como cobrar as comissões.
Trabalho de madrugada no armazém. Tenho adicional noturno?
Tem: das 22h às 5h, 20% a mais, e a hora noturna conta como 52 minutos e 30 segundos (CLT, art. 73). Veja como calcular o adicional noturno.
Recebo parte do salário por fora. Isso é permitido?
Não. O valor pago fora do holerite faz parte do salário e deve entrar no 13º, nas férias e no FGTS, e a diferença pode ser cobrada. Veja como cobrar o salário por fora.
Sou terceirizado num órgão público. O órgão paga se a empresa sumir?
Tem: quem trabalha em segurança pessoal ou patrimonial tem adicional de periculosidade de 30% (CLT, art. 193, II). Veja os direitos do vigilante.
A troca de uniforme antes de bater o ponto conta como hora trabalhada?
Conta quando a troca é obrigatória e tem que ser feita na empresa. Os minutos antes e depois do ponto que passam de 10 por dia viram hora extra (CLT, art. 58, § 1º, e Súmula 366 do TST). Veja como cobrar os minutos antes e depois da jornada.
Trabalha em Viamão e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.
É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.
A empresa ficou devendo?A advogada analisa o seu caso, com sigilo.
Avaliação do seu caso
O que a empresa ficou devendo pode ser seu por direito.
O acerto veio menor do que devia, ou nem foi pago
A hora extra nunca apareceu no holerite
Trabalhou anos sem carteira assinada
Humilhação, pressão ou doença por causa do trabalho
A Dra. Maryon Portes analisa o seu relato e explica o que você pode cobrar e até quando. Advogada trabalhista, OAB/SC 50.864, só do lado do trabalhador.