Serrinha, Bahia

Advogado trabalhista em Serrinha: atendimento online para quem trabalha na cidade.

Coleta de lixo ou esgoto e nada de insalubridade no holerite? Em Serrinha, 3 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de setor público, e a ação corre na Vara do Trabalho de Conceição do Coité. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.

Trabalhadora pesquisando os seus direitos no notebook

Em resumo, para quem trabalha em Serrinha

  • Onde corre a ação

    Na Vara do Trabalho de Conceição do Coité, do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região.

  • Como é o atendimento

    O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.

  • Pergunta comum em Serrinha

    "Trabalho na coleta de lixo em Serrinha e nunca recebi insalubridade." A coleta de lixo urbano dá insalubridade em grau máximo, de 40%. Dá para cobrar os últimos cinco anos.

O trabalho com carteira em Serrinha, em números

Em Serrinha, o setor de setor público reúne 27% dos empregos com carteira, seguido de comércio (24%) e indústria (15%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.

  • 11.390pessoas com carteira assinada

    São 0,4% de todos os empregados com carteira da Bahia.

  • 1,7salários mínimos de salário médio

    O salário médio de quem tem carteira em Serrinha fica abaixo da média da Bahia, que é de 2,2 salários mínimos.

  • 2.797empresas e organizações

    Em média, 4 empregados com carteira por empresa ou organização.

  • 80.435moradores

    São 138 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 583 km².

Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.

O trabalho sem carteira em Serrinha

O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.

  • 45%dos empregados de empresas sem carteira

    São 6.072 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. Na Bahia, são 40%.

  • 94%das domésticas e diaristas sem carteira

    São 1.555 de 1.652. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. Na Bahia, são 82%.

  • 24%trabalham por conta própria, sem CNPJ

    De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 24 são autônomas sem empresa aberta. Na Bahia, são 25.

  • 0,7salários mínimos de renda média sem carteira

    Quem tem carteira ganha 1,4 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 49% menos que quem tem registro. Na Bahia, a diferença é de 45% a menos.

Fonte: IBGE, Censo Demográfico mais recente. Renda em salários mínimos do ano da pesquisa. Ver como cobrar o tempo trabalhado sem carteira.

A economia de Serrinha

Quanto a cidade produz, de onde vem a riqueza e quanto a população mudou. Ajuda a entender o tipo de trabalho que existe na cidade.

  • R$ 15,6 milde riqueza por morador

    É o PIB, a soma de tudo o que a cidade produz, dividido pelos moradores: 45% abaixo da média da Bahia, de R$ 28,5 mil.

  • 54%da economia vem do comércio e dos serviços

    Depois vêm o setor público, com 34%, e a indústria, com 10%. Na Bahia, o maior peso também é do comércio e dos serviços, com 45%.

  • +4,8%de moradores desde o censo anterior

    Eram 76.762 e são 80.435. Na Bahia, a variação foi de +0,9%.

  • R$ 1,3 bilhõesde PIB por ano

    São 0,31% de toda a riqueza produzida na Bahia, pelo dado mais recente do IBGE.

Fonte: IBGE, PIB dos Municípios e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa.

Quem mais emprega em Serrinha, e o que costuma dar problema em cada setor

Os seis setores com mais empregados com carteira na cidade. Em cada um, o que mais aparece nas cobranças e a página com a regra completa.

  • 27% dos empregos com carteira

    Setor público

    Salário médio de 2,6 salários mínimos. Fica 32% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.

    Ver os direitos de quem é terceirizado
  • 24% dos empregos com carteira

    Comércio

    Salário médio de 1,3 salários mínimos. Fica 35% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.

    Ver os direitos de quem trabalha no comércio
  • 15% dos empregos com carteira

    Indústria

    Salário médio de 1,2 salários mínimos. Fica 57% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.

    Ver os direitos de quem trabalha na indústria
  • 6% dos empregos com carteira

    Saúde

    Salário médio de 1,6 salários mínimos. Fica 38% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,6 salários mínimos. Plantão a mais, intervalo que não acontece e insalubridade estão entre as cobranças mais comuns.

    Ver os direitos de quem trabalha na enfermagem
  • 5% dos empregos com carteira

    Construção

    Salário médio de 1,2 salários mínimos. Fica 48% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,3 salários mínimos. Obra sem registro, empreiteiro que some sem pagar e queda de altura estão entre os casos mais comuns.

    Ver os direitos de quem trabalha na obra

O que aconteceu no seu trabalho em Serrinha?

Quatro respostas rápidas. O resto a advogada pergunta depois, se precisar.

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O que mais se cobra na Vara do Trabalho de Conceição do Coité

A Vara do Trabalho de Conceição do Coité soma 17.464 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem nele, cada um com a página que explica a regra.

Fonte: CNJ, DataJud, a base pública de processos do Judiciário. Um processo costuma pedir várias coisas ao mesmo tempo, por isso a soma passa de 100.

As situações que mais levam quem trabalha em Serrinha a procurar um advogado

Cada situação tem uma página com a regra completa, as provas que contam e o prazo para cobrar.

Serrinha em dourado forte; em claro, a área da Vara de Conceição do Coité. Mapa: OpenStreetMap e IBGE. Abrir o endereço da Vara no Google Maps (abre em nova aba)

Onde corre o processo de quem trabalha em Serrinha

A ação trabalhista de Serrinha corre na Vara do Trabalho de Conceição do Coité, que faz parte do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região, com sede em Salvador. Veja o que isso muda para você.

  1. Vale a cidade onde você trabalha

    A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Conceição do Coité e trabalha em Serrinha entra com a ação na Vara que atende Serrinha.

  2. As cidades atendidas em Conceição do Coité

    Serrinha não tem Vara própria: quem trabalha aqui é atendido pela Vara do Trabalho de Conceição do Coité, que atende também Araci, Biritinga, Candeal, Capela do Alto Alegre, Gavião, Ichu, Nova Fátima, Pé de Serra, Queimadas, Retirolândia, Riachão do Jacuípe, Santaluz, São Domingos, Teofilândia, Valente e Barrocas. O prédio fica na Praça Theógenes Calixto, s/n, Centro.

  3. Audiência por vídeo

    O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.

  4. A advogada não precisa ser de Serrinha

    Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.

Como funciona o atendimento para quem está em Serrinha

A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.

  • A empresa não fica sabendo

    A conversa é sigilosa, e a avaliação não cria contrato nem compromisso com a advogada.

    Ver as perguntas frequentes
  • Avaliação sem compromisso

    Antes de qualquer assinatura, a advogada diz o que pode ser cobrado e como funciona a cobrança.

    Enviar o caso para avaliação

Quem cuida do caso de quem trabalha em Serrinha

Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação na Vara do Trabalho de Conceição do Coité é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.

Bandeira de Serrinha
SerrinhaBahia
Bandeira: Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0.

Cidades da Região de Serrinha

Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. Das cidades abaixo, Araci, Biritinga, Teofilândia e Barrocas são atendidas pela mesma Vara do Trabalho que Serrinha.

Dúvidas de quem trabalha em Serrinha

O quê, por quê, onde, quando, quem, como e quanto: as respostas para quem trabalha na cidade. Se a sua dúvida não está aqui, pergunte direto.

Perguntar à advogada no WhatsAppUma pessoa responde em até um dia útil
Onde corre a ação de quem trabalha em Serrinha?

Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Serrinha, a ação corre na Vara do Trabalho de Conceição do Coité, que também atende Conceição do Coité, Araci, Biritinga, Candeal, Capela do Alto Alegre, Gavião, Ichu, Nova Fátima, Pé de Serra, Queimadas, Retirolândia, Riachão do Jacuípe, Santaluz, São Domingos, Teofilândia, Valente e Barrocas.

Preciso de um advogado trabalhista de Serrinha?

Não. O processo trabalhista é eletrônico, e a advogada acompanha a ação em Serrinha de qualquer lugar do país. Veja por que a advogada pode ser de outro estado.

Vou precisar ir ao fórum em Serrinha?

Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Praça Theógenes Calixto, s/n, Centro, e a advogada orienta você antes.

Qual é o salário médio de quem tem carteira em Serrinha?

Pelo dado mais recente do IBGE, 1,7 salários mínimos, abaixo da média da Bahia, que é de 2,2 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de setor público (2,6 salários mínimos) e o menor, no de indústria (1,2 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.

Trabalho no saneamento, em contato com esgoto. Tenho insalubridade?

Pode ter em grau máximo, de 40%: o contato com esgoto em galerias e tanques está na NR-15, Anexo 14. Veja como funciona a insalubridade.

Sou terceirizado num órgão público. O órgão paga se a empresa sumir?

Pode pagar, quando fica provado que o órgão não fiscalizou o contrato (Súmula 331, V, do TST). Veja os direitos do terceirizado no setor público.

A loja pode descontar do meu salário a mercadoria que sumiu?

Só quando o prejuízo foi causado por você e o desconto estava combinado, ou quando houve intenção (CLT, art. 462, § 1º). Fora disso, o desconto pode ser cobrado de volta. Veja quais descontos são ilegais.

Trabalho na obra sem equipamento de proteção. O que fazer?

A empresa tem que fornecer o equipamento de graça e fiscalizar o uso (CLT, art. 166). Sem ele, o risco pode dar insalubridade, e o acidente pode dar indenização. Veja o que fazer quando falta o EPI.

Trabalho em turno que muda toda semana. Minha jornada é de 8 horas?

Não. O turno ininterrupto de revezamento tem jornada de 6 horas por dia (Constituição, art. 7º, XIV), e só a convenção ou o acordo coletivo pode aumentar até 8. Passou disso, é hora extra. Veja os direitos de quem trabalha na indústria.

Trabalho na escala 12x36 no hospital. O intervalo é obrigatório?

A lei deixa a empresa dar o intervalo ou pagar por ele (CLT, art. 59-A). Se não deu e não pagou, o tempo pode ser cobrado. Veja como cobrar o intervalo.

Trabalha em Serrinha e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.

É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.

  1. Uma pessoa lê a sua mensagem

    Em até um dia útil, sem robô e sem menu de opções.

  2. A advogada confere o seu caso

    Com o holerite e o contrato, ela vê o que pode ser cobrado e onde a ação corre.

  3. Você decide com calma

    A avaliação não cria contrato, e a empresa não fica sabendo da conversa.

Olá, tudo bem?Fale com a advogada no WhatsApp, com sigilo. Dra. Maryon Portes, advogada trabalhista