Advogado trabalhista em Viseu: atendimento online para quem trabalha na cidade.
Terceirizado no órgão público, e a empresa sumiu sem pagar? Em Viseu, 9 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de setor público, e a ação corre na Vara do Trabalho de Capanema. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.
Na Vara do Trabalho de Capanema, do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região.
Como é o atendimento
O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.
Pergunta comum em Viseu
"Trabalho terceirizado num órgão público em Viseu e a empresa sumiu sem pagar o acerto." A empresa responde primeiro, e o órgão pode responder quando não fiscalizou o contrato.
O trabalho com carteira em Viseu, em números
Em Viseu, o setor de setor público reúne 94% dos empregos com carteira, seguido de comércio (2%) e saúde (2%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.
5.581pessoas com carteira assinada
São 0,4% de todos os empregados com carteira do Pará.
1,4salários mínimos de salário médio
O salário médio de quem tem carteira em Viseu fica abaixo da média do Pará, que é de 2,4 salários mínimos.
419empresas e organizações
Em média, 13 empregados com carteira por empresa ou organização.
58.692moradores
São 12 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 4.973 km².
Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.
O trabalho sem carteira em Viseu
O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.
80%dos empregados de empresas sem carteira
São 1.733 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. No Pará, são 42%.
98%das domésticas e diaristas sem carteira
São 393 de 402. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. No Pará, são 85%.
51%trabalham por conta própria, sem CNPJ
De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 51 são autônomas sem empresa aberta. No Pará, são 30.
0,9salários mínimos de renda média sem carteira
Quem tem carteira ganha 1,4 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 37% menos que quem tem registro. No Pará, a diferença é de 36% a menos.
Salário médio de 1,4 salários mínimos. Fica 63% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.
Salário médio de 1,7 salários mínimos. Fica 15% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.
Salário médio de 1,2 salários mínimos. Fica 54% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,6 salários mínimos. Plantão a mais, intervalo que não acontece e insalubridade estão entre as cobranças mais comuns.
Salário médio de 1,2 salários mínimos. Fica 33% abaixo da média do setor no Brasil, de 1,8 salários mínimos. Limpeza, portaria e vigilância: o acerto que não sai na troca de empresa é o caso mais comum.
Salário médio de 1,4 salários mínimos. Fica 33% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,1 salários mínimos. Safra, jornada no campo e transporte até a lavoura costumam gerar horas extras e acidentes.
Salário médio de 5,4 salários mínimos. Fica 17% abaixo da média do setor no Brasil, de 6,5 salários mínimos. Jornada de seis horas, sétima e oitava horas e metas abusivas lideram as cobranças.
O que mais se cobra na Vara do Trabalho de Capanema
A Vara do Trabalho de Capanema soma 7.828 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem nele, cada um com a página que explica a regra.
A ação trabalhista de Viseu corre na Vara do Trabalho de Capanema, que faz parte do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região, com sede em Belém. Veja o que isso muda para você.
01
Vale a cidade onde você trabalha
A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Capanema e trabalha em Viseu entra com a ação na Vara que atende Viseu.
02
As cidades atendidas em Capanema
Viseu não tem Vara própria: quem trabalha aqui é atendido pela Vara do Trabalho de Capanema, que atende também Augusto Corrêa, Bonito, Bragança, Cachoeira do Piriá, Capitão Poço, Garrafão do Norte, Nova Esperança do Piriá, Nova Timboteua, Ourém, Peixe-Boi, Primavera, Quatipuru, Salinópolis, Santa Luzia do Pará, Santarém Novo, São João de Pirabas e Tracuateua. O prédio fica na Avenida Barão de Capanema, 952, Centro.
03
Audiência por vídeo
O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.
04
A advogada não precisa ser de Viseu
Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.
Como funciona o atendimento para quem está em Viseu
A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.
Tudo pelo WhatsApp e por vídeo
Você conta o caso de Viseu pelo celular, manda os documentos por foto e faz a consulta por vídeo.
Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação na Vara do Trabalho de Capanema é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.
Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. O atendimento vale também para quem trabalha no distrito de Fernandes Belo, São José do Gurupi e São José do Piriá. Das cidades abaixo, Augusto Corrêa, Bragança, Cachoeira do Piriá e Santa Luzia do Pará são atendidas pela mesma Vara do Trabalho que Viseu.
Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Viseu, a ação corre na Vara do Trabalho de Capanema, que também atende Capanema, Augusto Corrêa, Bonito, Bragança, Cachoeira do Piriá, Capitão Poço, Garrafão do Norte, Nova Esperança do Piriá, Nova Timboteua, Ourém, Peixe-Boi, Primavera, Quatipuru, Salinópolis, Santa Luzia do Pará, Santarém Novo, São João de Pirabas e Tracuateua.
Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Avenida Barão de Capanema, 952, Centro, e a advogada orienta você antes.
Qual é o salário médio de quem tem carteira em Viseu?
Pelo dado mais recente do IBGE, 1,4 salários mínimos, abaixo da média do Pará, que é de 2,4 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de bancos e financeiras (5,4 salários mínimos) e o menor, no de saúde (1,2 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.
Sou terceirizado num órgão público. O órgão paga se a empresa sumir?
Sou empregado público com carteira. Posso ser demitido sem motivo?
Empresa pública e sociedade de economia mista precisam dizer o motivo da demissão, mesmo sem justa causa (STF, Tema 1022). Veja o que fazer na demissão sem motivo.
A loja pode descontar do meu salário a mercadoria que sumiu?
Só quando o prejuízo foi causado por você e o desconto estava combinado, ou quando houve intenção (CLT, art. 462, § 1º). Fora disso, o desconto pode ser cobrado de volta. Veja quais descontos são ilegais.
Fui contratado como temporário pela prefeitura. Vou à Justiça do Trabalho?
Em regra, não: o temporário contratado pela lei do próprio município tem regime administrativo, e a ação vai para a Justiça comum. Quem foi contratado com carteira ou por empresa terceirizada vai à Justiça do Trabalho. Veja os direitos do empregado público.
Trabalho no comércio. A folga tem que cair no domingo?
Pelo menos uma vez a cada três semanas, o descanso semanal tem que cair no domingo (Lei 10.101, art. 6º, parágrafo único). O trabalho no feriado depende da convenção coletiva. Veja as regras de domingos e feriados.
Trabalha em Viseu e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.
É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.
A empresa ficou devendo?A advogada analisa o seu caso, com sigilo.
Avaliação do seu caso
O que a empresa ficou devendo pode ser seu por direito.
O acerto veio menor do que devia, ou nem foi pago
A hora extra nunca apareceu no holerite
Trabalhou anos sem carteira assinada
Humilhação, pressão ou doença por causa do trabalho
A Dra. Maryon Portes analisa o seu relato e explica o que você pode cobrar e até quando. Advogada trabalhista, OAB/SC 50.864, só do lado do trabalhador.