Portel, Pará

Advogado trabalhista em Portel: atendimento online para quem trabalha na cidade.

Terceirizado no órgão público, e a empresa sumiu sem pagar? Em Portel, 9 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de setor público, e a ação corre na Vara do Trabalho de Breves. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.

Trabalhadora pesquisando os seus direitos no notebook

Em resumo, para quem trabalha em Portel

  • Onde corre a ação

    Na Vara do Trabalho de Breves, do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região.

  • Como é o atendimento

    O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.

  • Pergunta comum em Portel

    "Trabalho terceirizado num órgão público em Portel e a empresa sumiu sem pagar o acerto." A empresa responde primeiro, e o órgão pode responder quando não fiscalizou o contrato.

O trabalho com carteira em Portel, em números

Em Portel, o setor de setor público reúne 85% dos empregos com carteira, seguido de comércio (5%) e agropecuária (3%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.

  • 8.385pessoas com carteira assinada

    São 0,6% de todos os empregados com carteira do Pará.

  • 1,4salários mínimos de salário médio

    O salário médio de quem tem carteira em Portel fica abaixo da média do Pará, que é de 2,4 salários mínimos.

  • 899empresas e organizações

    Em média, 9 empregados com carteira por empresa ou organização.

  • 62.503moradores

    São 2 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 25.385 km².

Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.

O trabalho sem carteira em Portel

O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.

  • 80%dos empregados de empresas sem carteira

    São 4.450 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. No Pará, são 42%.

  • 100%das domésticas e diaristas sem carteira

    São 456 de 456. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. No Pará, são 85%.

  • 34%trabalham por conta própria, sem CNPJ

    De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 34 são autônomas sem empresa aberta. No Pará, são 30.

  • 0,6salários mínimos de renda média sem carteira

    Quem tem carteira ganha 1,6 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 60% menos que quem tem registro. No Pará, a diferença é de 36% a menos.

Fonte: IBGE, Censo Demográfico mais recente. Renda em salários mínimos do ano da pesquisa. Ver como cobrar o tempo trabalhado sem carteira.

A economia de Portel

Quanto a cidade produz, de onde vem a riqueza e quanto a população mudou. Ajuda a entender o tipo de trabalho que existe na cidade.

  • R$ 13,9 milde riqueza por morador

    É o PIB, a soma de tudo o que a cidade produz, dividido pelos moradores: 52% abaixo da média do Pará, de R$ 29,1 mil.

  • 51%da economia vem da agropecuária

    Depois vêm o setor público, com 34%, e o comércio e os serviços, com 11%. No Pará, o maior peso é da indústria, com 46%.

  • +19,8%de moradores desde o censo anterior

    Eram 52.172 e são 62.503. No Pará, a variação foi de +7,1%.

  • R$ 870 milhõesde PIB por ano

    São 0,37% de toda a riqueza produzida no Pará, pelo dado mais recente do IBGE.

Fonte: IBGE, PIB dos Municípios e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa.

Quem mais emprega em Portel, e o que costuma dar problema em cada setor

Os seis setores com mais empregados com carteira na cidade. Em cada um, o que mais aparece nas cobranças e a página com a regra completa.

  • 85% dos empregos com carteira

    Setor público

    Salário médio de 1,3 salários mínimos. Fica 66% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.

    Ver os direitos de quem é terceirizado
  • 5% dos empregos com carteira

    Comércio

    Salário médio de 1,3 salários mínimos. Fica 35% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.

    Ver os direitos de quem trabalha no comércio
  • 3% dos empregos com carteira

    Agropecuária

    Salário médio de 1,9 salários mínimos. Fica 10% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,1 salários mínimos. Safra, jornada no campo e transporte até a lavoura costumam gerar horas extras e acidentes.

    Ver as horas e os adicionais que a empresa deve
  • 2% dos empregos com carteira

    Construção

    Salário médio de 1,4 salários mínimos. Fica 39% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,3 salários mínimos. Obra sem registro, empreiteiro que some sem pagar e queda de altura estão entre os casos mais comuns.

    Ver os direitos de quem trabalha na obra
  • 2% dos empregos com carteira

    Indústria

    Salário médio de 1,2 salários mínimos. Fica 57% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.

    Ver os direitos de quem trabalha na indústria

O que aconteceu no seu trabalho em Portel?

Quatro respostas rápidas. O resto a advogada pergunta depois, se precisar.

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O que mais se cobra na Vara do Trabalho de Breves

A Vara do Trabalho de Breves soma 3.946 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem nele, cada um com a página que explica a regra.

Fonte: CNJ, DataJud, a base pública de processos do Judiciário. Um processo costuma pedir várias coisas ao mesmo tempo, por isso a soma passa de 100.

As situações que mais levam quem trabalha em Portel a procurar um advogado

Cada situação tem uma página com a regra completa, as provas que contam e o prazo para cobrar.

Portel em dourado forte; em claro, a área da Vara de Breves. Mapa: OpenStreetMap e IBGE. Abrir o endereço da Vara no Google Maps (abre em nova aba)

Onde corre o processo de quem trabalha em Portel

A ação trabalhista de Portel corre na Vara do Trabalho de Breves, que faz parte do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região, com sede em Belém. Veja o que isso muda para você.

  1. Vale a cidade onde você trabalha

    A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Breves e trabalha em Portel entra com a ação na Vara que atende Portel.

  2. As cidades atendidas em Breves

    Portel não tem Vara própria: quem trabalha aqui é atendido pela Vara do Trabalho de Breves, que atende também Anajás, Bagre, Curralinho, Melgaço, Oeiras do Pará e São Sebastião da Boa Vista. O prédio fica na Praça Três de Outubro, 5.

  3. Audiência por vídeo

    O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.

  4. A advogada não precisa ser de Portel

    Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.

Como funciona o atendimento para quem está em Portel

A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.

  • A empresa não fica sabendo

    A conversa é sigilosa, e a avaliação não cria contrato nem compromisso com a advogada.

    Ver as perguntas frequentes
  • Avaliação sem compromisso

    Antes de qualquer assinatura, a advogada diz o que pode ser cobrado e como funciona a cobrança.

    Enviar o caso para avaliação

Quem cuida do caso de quem trabalha em Portel

Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação na Vara do Trabalho de Breves é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.

Bandeira de Portel
PortelPará
Bandeira: Wikimedia Commons, domínio público.

Cidades da Região de Breves

Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. Das cidades abaixo, Breves, Anajás, Bagre, Curralinho e Melgaço são atendidas pela mesma Vara do Trabalho que Portel.

Dúvidas de quem trabalha em Portel

O quê, por quê, onde, quando, quem, como e quanto: as respostas para quem trabalha na cidade. Se a sua dúvida não está aqui, pergunte direto.

Perguntar à advogada no WhatsAppUma pessoa responde em até um dia útil
Onde corre a ação de quem trabalha em Portel?

Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Portel, a ação corre na Vara do Trabalho de Breves, que também atende Breves, Anajás, Bagre, Curralinho, Melgaço, Oeiras do Pará e São Sebastião da Boa Vista.

Preciso de um advogado trabalhista de Portel?

Não. O processo trabalhista é eletrônico, e a advogada acompanha a ação em Portel de qualquer lugar do país. Veja por que a advogada pode ser de outro estado.

Vou precisar ir ao fórum em Portel?

Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Praça Três de Outubro, 5, e a advogada orienta você antes.

Qual é o salário médio de quem tem carteira em Portel?

Pelo dado mais recente do IBGE, 1,4 salários mínimos, abaixo da média do Pará, que é de 2,4 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de agropecuária (1,9 salários mínimos) e o menor, no de indústria (1,2 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.

Sou concursado com carteira assinada numa estatal. Tenho FGTS?

Tem. O empregado público contratado pela CLT tem FGTS, 13º, férias e os demais direitos de quem tem carteira. Veja os direitos do empregado público.

O tempo no ônibus até a roça conta como hora trabalhada?

Em regra, não: a reforma trabalhista tirou o tempo de ida e volta da jornada (CLT, art. 58, § 2º). Conta o tempo em que você já está à disposição da empresa, como a espera pela ordem de começar. Veja como contar os minutos antes e depois da jornada.

Trabalho em supermercado. Posso ser obrigado a fazer hora extra todo dia?

A lei permite no máximo 2 horas extras por dia (CLT, art. 59), e cada uma vale pelo menos 50% a mais. Veja os direitos de quem trabalha em supermercado.

Sou terceirizado num órgão público. O órgão paga se a empresa sumir?

Pode pagar, quando fica provado que o órgão não fiscalizou o contrato (Súmula 331, V, do TST). Veja os direitos do terceirizado no setor público.

Trabalho na lavoura em Portel sem carteira. Tenho direitos?

Tem. O trabalhador rural tem os mesmos direitos de quem trabalha na cidade, mais as regras da Lei 5.889, como o adicional noturno de 25%. Sem registro, dá para pedir na Justiça o reconhecimento do emprego. Veja os direitos do trabalhador rural.

A loja pode descontar do meu salário a mercadoria que sumiu?

Só quando o prejuízo foi causado por você e o desconto estava combinado, ou quando houve intenção (CLT, art. 462, § 1º). Fora disso, o desconto pode ser cobrado de volta. Veja quais descontos são ilegais.

Trabalha em Portel e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.

É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.

  1. Uma pessoa lê a sua mensagem

    Em até um dia útil, sem robô e sem menu de opções.

  2. A advogada confere o seu caso

    Com o holerite e o contrato, ela vê o que pode ser cobrado e onde a ação corre.

  3. Você decide com calma

    A avaliação não cria contrato, e a empresa não fica sabendo da conversa.

Olá, tudo bem?Fale com a advogada no WhatsApp, com sigilo. Dra. Maryon Portes, advogada trabalhista