Advogado trabalhista em Baião: atendimento online para quem trabalha na cidade.
Terceirizado no órgão público, e a empresa sumiu sem pagar? Em Baião, 9 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de setor público, e a ação corre nas 2 Varas do Trabalho de Abaetetuba. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.
Nas 2 Varas do Trabalho de Abaetetuba, do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região.
Como é o atendimento
O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.
Pergunta comum em Baião
"Trabalho terceirizado num órgão público em Baião e a empresa sumiu sem pagar o acerto." A empresa responde primeiro, e o órgão pode responder quando não fiscalizou o contrato.
O trabalho com carteira em Baião, em números
Em Baião, o setor de setor público reúne 93% dos empregos com carteira, seguido de comércio (5%) e bancos e financeiras (1%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.
2.824pessoas com carteira assinada
São 0,2% de todos os empregados com carteira do Pará.
2,1salários mínimos de salário médio
O salário médio de quem tem carteira em Baião fica abaixo da média do Pará, que é de 2,4 salários mínimos.
439empresas e organizações
Em média, 6 empregados com carteira por empresa ou organização.
51.641moradores
São 14 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 3.760 km².
Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.
O trabalho sem carteira em Baião
O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.
90%dos empregados de empresas sem carteira
São 2.930 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. No Pará, são 42%.
100%das domésticas e diaristas sem carteira
São 528 de 528. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. No Pará, são 85%.
41%trabalham por conta própria, sem CNPJ
De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 41 são autônomas sem empresa aberta. No Pará, são 30.
0,8salários mínimos de renda média sem carteira
Quem tem carteira ganha 1,4 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 46% menos que quem tem registro. No Pará, a diferença é de 36% a menos.
Salário médio de 2,1 salários mínimos. Fica 45% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.
Salário médio de 1,2 salários mínimos. Fica 40% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.
Salário médio de 5,2 salários mínimos. Fica 20% abaixo da média do setor no Brasil, de 6,5 salários mínimos. Jornada de seis horas, sétima e oitava horas e metas abusivas lideram as cobranças.
Salário médio de 1,1 salários mínimos. Fica 78% abaixo da média do setor no Brasil, de 4,9 salários mínimos. Contrato como PJ com chefe, horário e meta é o caso que mais se repete no setor.
Salário médio de 0,4 salários mínimos. Fica 86% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.
Salário médio de 1,0 salário mínimo. Fica 69% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,2 salários mínimos. Hora-atividade, redução de aulas e demissão no fim do ano letivo são os temas mais cobrados.
O que mais se cobra nas Varas do Trabalho de Abaetetuba
As 2 Varas do Trabalho de Abaetetuba somam 20.740 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem neles, cada um com a página que explica a regra.
A ação trabalhista de Baião corre nas 2 Varas do Trabalho de Abaetetuba, que fazem parte do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região, com sede em Belém. Veja o que isso muda para você.
01
Vale a cidade onde você trabalha
A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Abaetetuba e trabalha em Baião entra com a ação na Vara que atende Baião.
02
As cidades atendidas em Abaetetuba
Baião não tem Vara própria: quem trabalha aqui é atendido pelas Varas do Trabalho de Abaetetuba, que atendem também Barcarena, Cametá, Igarapé-Miri, Limoeiro do Ajuru, Mocajuba, Moju e Muaná. O prédio fica na Travessa D. Pedro II, 668, Central.
03
Audiência por vídeo
O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.
04
A advogada não precisa ser de Baião
Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.
Como funciona o atendimento para quem está em Baião
A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.
Tudo pelo WhatsApp e por vídeo
Você conta o caso de Baião pelo celular, manda os documentos por foto e faz a consulta por vídeo.
Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação nas 2 Varas do Trabalho de Abaetetuba é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.
Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. O atendimento vale também para quem trabalha no distrito de Joana Peres, São Joaquim do Ituquara e Umarizal do Tocantins.
Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Baião, a ação corre nas 2 Varas do Trabalho de Abaetetuba, que também atendem Abaetetuba, Barcarena, Cametá, Igarapé-Miri, Limoeiro do Ajuru, Mocajuba, Moju e Muaná.
Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Travessa D. Pedro II, 668, Central, e a advogada orienta você antes.
Qual é o salário médio de quem tem carteira em Baião?
Pelo dado mais recente do IBGE, 2,1 salários mínimos, abaixo da média do Pará, que é de 2,4 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de bancos e financeiras (5,2 salários mínimos) e o menor, no de indústria (0,4 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.
Sou concursado com carteira assinada numa estatal. Tenho FGTS?
Tem. O empregado público contratado pela CLT tem FGTS, 13º, férias e os demais direitos de quem tem carteira. Veja os direitos do empregado público.
Trabalho no comércio. A folga tem que cair no domingo?
Pelo menos uma vez a cada três semanas, o descanso semanal tem que cair no domingo (Lei 10.101, art. 6º, parágrafo único). O trabalho no feriado depende da convenção coletiva. Veja as regras de domingos e feriados.
Sou terceirizado num órgão público. O órgão paga se a empresa sumir?
Entra. A média das comissões soma no 13º, nas férias, no FGTS e no descanso semanal remunerado (Súmula 27 do TST). Veja como cobrar as comissões.
Sou empregado público com carteira. Posso ser demitido sem motivo?
Empresa pública e sociedade de economia mista precisam dizer o motivo da demissão, mesmo sem justa causa (STF, Tema 1022). Veja o que fazer na demissão sem motivo.
Trabalho em supermercado. Posso ser obrigado a fazer hora extra todo dia?
A empresa ficou devendo?A advogada analisa o seu caso, com sigilo.
Avaliação do seu caso
O que a empresa ficou devendo pode ser seu por direito.
O acerto veio menor do que devia, ou nem foi pago
A hora extra nunca apareceu no holerite
Trabalhou anos sem carteira assinada
Humilhação, pressão ou doença por causa do trabalho
A Dra. Maryon Portes analisa o seu relato e explica o que você pode cobrar e até quando. Advogada trabalhista, OAB/SC 50.864, só do lado do trabalhador.