Advogado trabalhista em Valença: atendimento online para quem trabalha na cidade.
Coleta de lixo ou esgoto e nada de insalubridade no holerite? Em Valença, 2 de cada 10 empregos com carteira estão no setor de setor público, e a ação corre na Vara do Trabalho de Valença. Pelo WhatsApp, a advogada diz o que pode ser cobrado e quanto prazo você ainda tem.
Na Vara do Trabalho de Valença, do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região.
Como é o atendimento
O atendimento da advogada é todo online, pelo WhatsApp e por vídeo, sem precisar ir a um escritório.
Pergunta comum em Valença
"Trabalho na coleta de lixo em Valença e nunca recebi insalubridade." A coleta de lixo urbano dá insalubridade em grau máximo, de 40%. Dá para cobrar os últimos cinco anos.
O trabalho com carteira em Valença, em números
Em Valença, o setor de setor público reúne 24% dos empregos com carteira, seguido de comércio (22%) e transporte e armazenagem (12%). Os números abaixo mostram quanto a cidade paga, para comparar com o seu holerite.
15.298pessoas com carteira assinada
São 0,6% de todos os empregados com carteira da Bahia.
1,4salários mínimos de salário médio
O salário médio de quem tem carteira em Valença fica abaixo da média da Bahia, que é de 2,2 salários mínimos.
2.806empresas e organizações
Em média, 5 empregados com carteira por empresa ou organização.
85.655moradores
São 76 moradores por quilômetro quadrado, numa área de 1.124 km².
Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas e Censo Demográfico, no dado mais recente de cada pesquisa. Salário médio em salários mínimos, para não envelhecer com o reajuste.
O trabalho sem carteira em Valença
O Censo mostra quanta gente trabalha sem registro na cidade e quanto isso custa no fim do mês. Quem trabalha com horário, chefe e salário é empregado, mesmo sem carteira, e pode cobrar o registro.
43%dos empregados de empresas sem carteira
São 5.985 pessoas trabalhando para uma empresa sem registro. Na Bahia, são 40%.
85%das domésticas e diaristas sem carteira
São 1.071 de 1.267. Mais de dois dias por semana na mesma casa já é emprego com carteira. Na Bahia, são 82%.
34%trabalham por conta própria, sem CNPJ
De cada 100 pessoas que trabalham na cidade, 34 são autônomas sem empresa aberta. Na Bahia, são 25.
0,7salários mínimos de renda média sem carteira
Quem tem carteira ganha 1,3 salários mínimos: sem carteira, a pessoa recebe 42% menos que quem tem registro. Na Bahia, a diferença é de 45% a menos.
Salário médio de 1,2 salários mínimos. Fica 68% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,8 salários mínimos. Servidor concursado não vai à Justiça do Trabalho. Quem é celetista ou terceirizado no órgão, vai.
Salário médio de 1,3 salários mínimos. Fica 35% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,0 salários mínimos. Domingos e feriados, comissões que somem do holerite e banco de horas sem controle aparecem muito.
Salário médio de 1,3 salários mínimos. Fica 54% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno da madrugada, tempo de espera na carga e peso acima do limite geram muitas cobranças.
Salário médio de 1,7 salários mínimos. Fica 35% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,6 salários mínimos. Plantão a mais, intervalo que não acontece e insalubridade estão entre as cobranças mais comuns.
Salário médio de 1,6 salários mínimos. Fica 43% abaixo da média do setor no Brasil, de 2,8 salários mínimos. Turno, troca de uniforme fora do ponto, ruído e acidente com máquina são os assuntos mais cobrados.
Salário médio de 1,3 salários mínimos. Fica 59% abaixo da média do setor no Brasil, de 3,2 salários mínimos. Hora-atividade, redução de aulas e demissão no fim do ano letivo são os temas mais cobrados.
O que mais se cobra na Vara do Trabalho de Valença
A Vara do Trabalho de Valença soma 10.234 processos na base pública do CNJ. Estes são os seis pedidos que mais aparecem nele, cada um com a página que explica a regra.
A ação trabalhista de Valença corre na Vara do Trabalho de Valença, que faz parte do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região, com sede em Salvador. Veja o que isso muda para você.
01
Vale a cidade onde você trabalha
A ação corre no lugar em que você prestou o serviço, mesmo que tenha sido contratado em outro (CLT, art. 651). Quem mora em Cairu e trabalha em Valença entra com a ação na Vara que atende Valença.
02
As cidades atendidas em Valença
Além de Valença, a mesma Vara atende quem trabalha em Cairu, Camamu, Igrapiúna, Ituberá, Nilo Peçanha, Piraí do Norte, Presidente Tancredo Neves, Taperoá, Teolândia e Wenceslau Guimarães. O prédio fica na Rua Guido Araújo Magalhães, s/n, Novo Horizonte. Ver as 11 cidades atendidas pela Vara de Valença
03
Audiência por vídeo
O processo é todo eletrônico, e muitas audiências já acontecem por vídeo. No Juízo 100% Digital (CNJ, Resolução 345), isso vale do começo ao fim, se as partes concordarem.
04
A advogada não precisa ser de Valença
Como o processo é eletrônico, a advogada acompanha a ação de qualquer lugar do país, com a mesma rapidez. O que conta é a resposta rápida e o conhecimento do direito do trabalho.
Como funciona o atendimento para quem está em Valença
A advogada atende o Brasil inteiro pela internet. Para você, isso quer dizer começar hoje, do celular, sem sair do trabalho.
Tudo pelo WhatsApp e por vídeo
Você conta o caso de Valença pelo celular, manda os documentos por foto e faz a consulta por vídeo.
Quem lê a sua avaliação e conduz a sua ação na Vara do Trabalho de Valença é a equipe da Dra. Maryon Portes, a advogada responsável, que defende só trabalhadores, nunca empresas.
Quem trabalha nestas cidades também é atendido online, pela mesma equipe. O atendimento vale também para quem trabalha no distrito de Guaibim, Guerém, Maricoabo e Serra Grande. Das cidades abaixo, Cairu, Camamu, Igrapiúna e Ituberá são atendidas pela mesma Vara do Trabalho que Valença.
Em regra, na cidade onde você trabalha, mesmo que more em outra (CLT, art. 651). Se o trabalho era em Valença, a ação corre na Vara do Trabalho de Valença, que também atende Cairu, Camamu, Igrapiúna, Ituberá, Nilo Peçanha, Piraí do Norte, Presidente Tancredo Neves, Taperoá, Teolândia e Wenceslau Guimarães.
Nem sempre. O processo é eletrônico e muitas audiências acontecem por vídeo. Se o juiz pedir a presença, a audiência é no prédio da Justiça do Trabalho na Rua Guido Araújo Magalhães, s/n, Novo Horizonte, e a advogada orienta você antes.
Qual é o salário médio de quem tem carteira em Valença?
Pelo dado mais recente do IBGE, 1,4 salários mínimos, abaixo da média da Bahia, que é de 2,2 salários mínimos. Entre os setores que mais empregam, o maior salário médio é no setor de saúde (1,7 salários mínimos) e o menor, no de setor público (1,2 salários mínimos). Ganhar abaixo do piso da sua categoria é diferença que pode ser cobrada.
Sou gari de uma terceirizada da prefeitura. Quem paga se a empresa sumir?
O tempo no ônibus até a roça conta como hora trabalhada?
Em regra, não: a reforma trabalhista tirou o tempo de ida e volta da jornada (CLT, art. 58, § 2º). Conta o tempo em que você já está à disposição da empresa, como a espera pela ordem de começar. Veja como contar os minutos antes e depois da jornada.
Sou motorista. O tempo esperando carga e descarga é pago?
É. O STF decidiu que o tempo de espera entra na jornada (ADI 5322), e o que passar do limite é hora extra. Veja os direitos do motorista de caminhão.
Técnico de enfermagem tem direito a insalubridade?
Em regra, tem: o contato com pacientes e material contaminado dá insalubridade de 20%, e de 40% no isolamento (NR-15, Anexo 14). Veja os direitos de quem trabalha na enfermagem.
Fui contratado como temporário pela prefeitura. Vou à Justiça do Trabalho?
Em regra, não: o temporário contratado pela lei do próprio município tem regime administrativo, e a ação vai para a Justiça comum. Quem foi contratado com carteira ou por empresa terceirizada vai à Justiça do Trabalho. Veja os direitos do empregado público.
A comissão entra no cálculo das férias e do 13º?
Entra. A média das comissões soma no 13º, nas férias, no FGTS e no descanso semanal remunerado (Súmula 27 do TST). Veja como cobrar as comissões.
Trabalha em Valença e tem um problema com a empresa? Peça uma avaliação.
É sigilosa, sem compromisso, e a empresa não fica sabendo. Conte onde você trabalha e o que aconteceu, e a advogada diz o que pode ser cobrado.
A empresa ficou devendo?A advogada analisa o seu caso, com sigilo.
Avaliação do seu caso
O que a empresa ficou devendo pode ser seu por direito.
O acerto veio menor do que devia, ou nem foi pago
A hora extra nunca apareceu no holerite
Trabalhou anos sem carteira assinada
Humilhação, pressão ou doença por causa do trabalho
A Dra. Maryon Portes analisa o seu relato e explica o que você pode cobrar e até quando. Advogada trabalhista, OAB/SC 50.864, só do lado do trabalhador.